Maria Padilha é de Qual Religião?
Maria Padilha é de Qual Religião?

Maria Padilha é de Qual Religião?

Conjuros de Maria Padilha: A Verdadeira História da Rainha Padilha, de Seus Trabalhos de Magia e de Suas Rezas Infalíveis: Livro traz a história desta entidade de umbanda, seus feitiços, conjuros, etc. Clique Aqui e Conheça!

Maria Padilha é uma falange de pombas giras da Umbanda e da Quimbanda. Entre as diversas sub-falanges estão:

  • Maria Padilha do Cruzeiro das Almas – Linha de Omolu-Obaluaê/Iansã
  • Maria Padilha da Encruzilhada – Linha de Ogum
  • Maria Padilha do Cemitério – Linha de Omolu-Obaluaê
  • Maria Padilha da Kalunga – Linha de Oxum/Iemanjá
  • Maria Padilha das Sete Catatumbas / Sete Tumbas – Linha de Omolu-Obaluaê
  • Maria Padilha da Navalha – Linha de Oxum
  • Maria Padilha das Sete Saias – Linha de Oxum

Maria Padilha é uma entidade que sempre causa muita repercussão e alguns episódios de intolerância religiosa. Conhecida como o espírito de uma mulher bonita, sagrou-se como a única esposa de Dom Pedro I de Castela, tornando-se a legítima rainha e exercendo seu poder e influência mesmo depois de morta.

Maria Padilha, talvez a mais popular pomba gira, sempre é representada com pele branca, de forma sedutora, em terreiros de todo o Brasil, tanto de umbanda quanto de candomblé, religiões afro brasileiras.

O culto à Maria Padilha se dá em quase todas as ramificações religiosas de matriz africana e afro-brasileira em nosso país, e especialmente na Umbanda.

Sendo esta religião nascida em solo brasileiro, fruto do processo de misturas de diversas religiões: o catolicismo, o espiritismo kardecista, o candomblé de raiz africana e das religiões indígenas.

Maria Padilha está em quase todos os terreiros, onde muitas homenagens são feitas à ela, com festas tendo o que ela gosta, como bebidas alcoólicas, música alegre, etc.

Sou eterna, vivi várias vidas, e hoje sou uma pomba gira de luz, meu nome é Maria Padilha para quem não me conhece. Ajudo a quem me procura, e lasco com a vida de quem me desafia. Não tenho medo de feitiço e nem de reza mal rezada. Quem me dá o de comer, também come; quem me dá o de beber, também bebe. Mas quem nada me oferta, eu também não tenho nada para dar (Pombagira Maria Padilha, Agosto de 2017).

Maria Padilha é considerada a rainha das encruzilhadas, sendo fonte de estudo religioso e cultural. Ela trabalha abrindo caminhos, atuando muito no universo feminino.

Maria Padilha faz parte da cultura brasileira, está sempre presente nos rituais umbandistas, porém é uma entidade feminina originada da magia europeia ibérica.

Maria Padilha expressa em sua performance a vaidade das mulheres brasileiras, embora remeta a uma personagem de origem cigana, e é cultuada na umbanda na categoria de pomba gira.

Ela apareceu no Brasil pela primeira vez na voz de uma feiticeira degredada chamada Maria Antônia, que penitenciada pelo Santo Ofício deixou Lisboa em 1713, a caminho de Angola, onde permaneceu por dois anos, reaparecendo depois em Pernambuco, de onde ganhou notoriedade nacional e passou a ter função de lidar com o sagrado e o demoníaco.

Ou seja, Maria Padilha trabalha para o bem, mas também trabalha para o mal.

A Guardiã das Sete Catacumbas: Maria Padilha das Almas: Livro inspirado pelos espíritos do Preto-Velho Pai Barnabé e Maria Padilha das Almas conta uma linda história de resgate. Clique Aqui e Confira!

Compartilhe Esta Página:

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *