Maria Padilha da Figueira
Maria Padilha da Figueira

Maria Padilha da Figueira

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A pomba gira Maria Padilha da Figueira e uma guardiã na umbanda e outras religiões afro-brasileiras. Maria Padilha da Figueira é bonita e tem uma história única.

Ela é associada à parábola bíblica em que Jesus condena a figueira que não deu frutos, porém é muito saudada como uma pomba gira rainha.

Ela é cultuada através de imagens e é uma entidade muito séria, que não gosta de falar muito. O que ela gosta mesmo é de chegar, sentir o ambiente, dar o recado e ir embora.

Maria Padilha da Figueira tem um humor alternado, tanto pode estar bem quanto pode se irritar, mas é certeira nas coisas que fala e promete.

Além de ser muito franca no que fala e faz. Se você quiser agradá-la, ela gosta de champanhe, anis e melado, preferindo as bebidas mais fortes e doces.

Não dá muita importância às jóias, mas gosta de usar brincos e, principalmente, anéis, se assim ela pedir. Fuma cigarro e gosta de rosas e incensos de rosas vermelhas.

Suas cores são o preto, vermelho e roxo, sendo que o preto predomina. Não liga muito para as vestes, mas não dispensa uma saia, pois ela gosta de segurar sua saia e movimentá-la.

Em uma de suas passagens na Terra, foi uma bruxa muito forte na Inquisição. Não é de muitos amigos, porém é muito fiel e se pedir à ela com fé, ela atende.

Não é de se mostrar muito em jogos de búzios. Maria Padilha da Figueira é uma mulher de meia-idade, tem cabelos negros e compridos e adora dançar o tempo todo.

Conversa pouco, porém ajuda muitos e sempre tem uma palavra amiga para todos que a procuram. Não é muito de amarrações ou união, gosta mesmo é de resolver problemas, chegando até a ser um pouco hostil em determinadas atitudes.

Se trata de uma mulher educada, fala baixo e gosta de explicar as coisas como são, sendo muito carinhosa com as pessoas mais próximas à ela.

Ela atende em vários terreiros e, apesar da sua falange ser pouco conhecida, é sempre lembrada nas trunqueiras. Maria Padilha da Figueira é um espírito feminino que viveu sua encarnação como uma sacerdotisa ou seguidora dos antigos cultos pagãos em que se cultuava a Deusa ou a Grande Mãe.

E teve seu fim mandada à fogueira, com madeira de figueira, devido à parábola bíblica em que Jesus condena a figueira que não deu frutos.

Numa interpretação simplista, o povo ligou a algo amaldiçoado por si só. Os espíritos que trabalham como Maria Padilha da Figueira atuam na vibração da figueira e tem em comum as experiências como sacerdotisas, feiticeiras e curandeiras.

Elas são mestres nas artes magísticas e tem ocupado papel crescente através de ritos, práticas e ensinamentos. Atendem pedidos de amor, saúde e prosperidade em todos os sentidos da vida.

Maria Padilha da Figueira é rara nos terreiros de umbanda, mas muito poderosa e conhecedora de feitiços e magias, como poucos são.

Se apresenta como uma bela mulher mais velha e sábia, que adora a natureza e o poder das energias dos elementos da natureza, e é também grande conhecedora das ervas e suas propriedades, para o bem e para mal.

Esses conhecimentos possibilitam, assim, que ela consiga atuar e ajudar junto a quase todo tipo de problema que os consulentes trazem a ela, desde saúde ou vícios, até problemas amorosos ou financeiros.

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