Zé Pilintra e Maria Padilha
Zé Pilintra e Maria Padilha

Zé Pilintra e Maria Padilha

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Zé Pilintra é uma entidade poderosa dos terreiros, baixando em diversos ramos e linhas das macumbas brasileiras, sendo considerado um mestre e a figura icônica do malandro carioca.

Ele foi tema do carnaval de 2016 na Marquês de Sapucaí, avenida onde as escolas de samba do Rio de Janeiro desfilam durante o Carnaval, e gera medo em algumas pessoas.

Zé Pilintra é uma entidade que gera reflexões e leva até à debates políticos, como a exclusão social no Brasil, por representar um indivíduo marginalizado, que frequenta favelas e leva uma vida desregrada.

Maria Padilha também gera medo, estranheza, repulsão, revelando um racismo que existe em nossa sociedade desde o Brasil Colônia.

Maria Padilha, a bonita e feminina pomba gira, em vida sagrou-se como a única esposa de Dom Pedro I de Castela e, desencarnada, fez fama no mundo todo até chegar aos terreiros de todo o Brasil, tanto de umbanda quanto de candomblé.

Ambos não são apenas um espírito, são uma falange de entidades de luz. São comumente “incorporados” em terreiros de Umbanda e Candomblé, tendo seus cultos difundidos em todo o Brasil.

O Zé Pilintra é uma das mais importantes entidades de cultos afro-brasileiros, especialmente entre os umbandistas. No seu modo de vestir, divergem-se algumas formas do típico Zé Pilintra: na mais comum, é representado trajando terno completo de linho S-120, na cor branca, sapatos bicolor, gravata grená ou vermelha e chapéu panamá de fita vermelha ou preta.

Apesar de ter importância religiosa tanto para os praticantes de Catimbó quanto de Umbanda, Zé Pilintra é entidade originária do primeiro, sendo invocado quando seus seguidores precisam de ajuda com questões domésticas, de negócios ou financeiras e é reputado como um obreiro da caridade e da feitura de obras boas.

Na Umbanda, Zé Pilintra é um guia pertencente à linha do Povo da Malandragem. Majoritariamente, os seguidores de Zé Pilintra concentram-se nos ambientes urbanos de Rio de Janeiro e São Paulo, mas eles também podem ser encontrados no Nordeste do Brasil, entre os “catimbozeiros”, e nas áreas rurais de praticamente todo o país.

Zé Pilintra, tanto na Umbanda, como no Catimbó, é tido como protetor das classes menos favorecidas em geral, tendo ganhado o apelido de “Advogado dos Pobres”, pela patronagem espiritual e material que exerce.

O músico e compositor Itamar Assumpção escreveu uma canção sobre Zé Pelintra em 1988, em parceria com Waly Salomão, intitulada “Zé Pilintra”.

Em 2005, foi homenageado no samba-enredo da escola de samba Unidos de Cosmos, no refrão que diz “o meu tambor vai ecoar, boa noite, Zé Pelintra, tenho fé, vou lhe exaltar”.

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