Quem é Maria Padilha na Umbanda?
Quem é Maria Padilha na Umbanda?

Quem é Maria Padilha na Umbanda?

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Dizem que Maria Padilha é o espírito da amante do rei de Castela que se manifesta nos terreiros de umbanda e candomblé, mas trata-se não só de um espírito, e sim de uma falange de pombas giras da Umbanda, da Quimbanda e do Candomblé, onde são representadas por uma mulher sensual, independente e dominadora, incorporada por um(a) médium.

Na Umbanda, Maria Padilha é dona de gira (um ritual da umbanda para realização de trabalhos espirituais por meio de médiuns incorporando entidades) e uma das principais entidades da esquerda.

É considerada uma Exu Mulher e uma pomba gira de grande força e muita procura pelos consulentes, principalmente para as questões amorosas e para amores mal resolvidos, além de ajudar com amores correspondidos, mas que estão complicados.

Muitas pessoas tem Maria Padilha de frente, como protetora, precisando buscar pelo auxilio de uma casa de Umbanda e uma Mãe ou Pai de Santo para ajudar a entender melhor essa guarda de Maria Padilha.

Uma coisa que é peculiar da Umbanda, mas não só da Umbanda, é a guia de Maria Padilha, que é usada pelos médiuns, e as imagens em gesso, para o culto à esta pomba gira.

Maria Padilha, por fazer parte do panteão de entidades que trabalham na “esquerda”, pode ser invocada para “trabalhar para o mal”.

A umbanda, por sua herança kardecista, preservou o bem e o mal como dois campos legítimos de atuação, mas tratou logo de os separar em departamentos estanques.

A umbanda se divide numa linha da direita, voltada para a prática do bem e que trata com entidades “desenvolvidas”, e numa linha da “esquerda”, a parte que pode trabalhar para o “mal” e onde Maria Padilha está incluída, também chamada quimbanda, e cujas divindades, “atrasadas” ou demoníacas, sincretizam-se com aquelas do inferno católico ou delas são tributárias.

Na prática, não há quimbanda sem umbanda nem quimbadeiro sem umbandista, pois são duas faces de uma mesma concepção religiosa.

Maria Padilha, como praticamente todas as entidades que baixam nos terreiros de umbanda, sempre vem para trabalhar, isto é, ajudar através da magia a quem precisa de ajuda e vem em busca dela.

A umbanda praticamente eliminou o sacrifício ritual, por isso pombas giras, como Maria Padilha, tem sua “dieta” limitada aos seguintes alimentos: farofa de farinha de mandioca com azeite de dendê e pimenta, que é o padê, comida predileta de Exu; farofa de farinha de mandioca com mel; aguardente, vinho branco ou champanhe (cidra, uma espécie de champanhe barata feita de maçã); carne crua com azeite de dendê e pimenta; farofa com carne-seca desfiada e pimenta; coração de boi assado na brasa, com sal e pimenta.

Na umbanda, a oferenda de alimento preferencialmente vai para um lugar fora do terreiro (encruzilhada, praia etc.), mas no candomblé as comidas são depositadas ao “pé da pomba gira”, isto é, junto às suas representações materiais compostas de boneca de ferro (geralmente com chifres e rabo, como o diabo), tridentes arredondados de ferro, lanças de ferro e correntes (elementos presentes também nos pontos-riscados), representações que permanecem guardadas, longe dos olhos dos não iniciados, nas dependências reservadas para o culto de exu.

Nos terreiros de umbanda e nos candomblés que cultuam as formas umbandizadas de exu, a concepção mais
generalizada de pomba gira e, consequentemente de Maria Padilha, é de que se trata de uma entidade muito parecida com os seres humanos.

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