Maria Padilha Malandra
Maria Padilha Malandra

Maria Padilha Malandra

Maria Padilha do Cabaré é uma malandra. Ela não é da linha das malandras, mas é considerada uma grande dama da malandragem.

Tanto que, em suas festas, os malandros são presença marcante. Pombas giras, como Maria Padilha, dividem espaço com os malandros e malandras e são igualmente estranhados pela sociedade preconceituosa que ainda mantém a ideia de que essas entidades representam pessoas imorais e espíritos demoníacos.

Maria Padilha do Cabaré é a Maria Padilha que mais se aproxima de uma malandra. Em uma de suas histórias, conta-se que ela foi rainha da Espanha, onde tinha um castelo e adorava bacalhau, queijos e vinhos.

Em outra história, conta-se que ela cometeu suicídio por não aguentar a solidão causada por um amor não correspondido.

Maria Padilha do Cabaré é uma pomba gira de “briga”, energizada por Obá e Iansã, e por isso atua de maneira energética em combates espirituais.

Executa seus serviços perto e dentro de prostíbulos, bares, boates e casas de tolerância e, por isso, gosta de receber suas oferendas próximo à esses lugares.

Auxilia na manutenção financeira, na facerice e na beleza interior para realçar o exterior e dizem que, sendo suas devotas, as prostitutas adquirem respeito de seus clientes, estão sempre belas e tem bons ganhos financeiros.

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