Maria Padilha e Malandro
Maria Padilha e Malandro

Maria Padilha e Malandro

O Romance: um Coração de Maria Padilha das Almas: Este livro conta uma história em meados do século XIV na França, onde a personagem segue entre desejos e anseios sua rotina diária envolta da vaidade e do acúmulo de bens. Clique Aqui e Confira! 

Maria Padilha, em vida, sagrou-se como a única esposa de Dom Pedro I de Castela, tornando-se a legítima rainha e exercendo seu poder e influência mesmo depois de morta.

Desencarnada, Maria Padilha se tornou, talvez, a mais popular pomba gira, sendo considerada espírito de uma mulher muito bonita, branca, sedutora, e que em vida teria sido prostituta grã-fina ou influente cortesã.

Maria Padilha, a amante do rei de Castela, tem uma trajetória de aventuras e feitiçaria em várias partes do mundo, até chegar aos terreiros brasileiros.

Maria Padilha se manifesta nos terreiros de umbanda e candomblé como uma pomba gira, dividindo espaço com outras entidades, incluindo o Malandro, uma entidade muito próxima do contexto sociocultural dos morros e favelas.

Algumas pessoas tem medo dessas entidades, o que, na verdade, é uma estranheza repulsiva, que parte do racismo de base colonial.

O Malandro é uma entidade poderosa dos terreiros, baixando em diversos ramos e linhas das macumbas brasileiras. Zé Pelintra é a figura icônica do malandro nos terreiros do Brasil.

Ele veste vermelho e branco, usa gravata e terno. Maria Padilha e Malandro incomodam de todas as formas por passarem uma imagem de pessoas vadias, mas, na verdade, o que essas duas entidades tem como suas características maiores é a adaptação às mudanças para preservar sua existência.

Maria Padilha, e qualquer outra pomba gira, e Malandro são muito cultuados juntos através de imagens, acessórios e pontos cantados.

Ambos são entidades empoderadas da umbanda que, apesar de serem relacionados à um comportamento desregrado, trabalham espiritualmente dentro das leis da religião.

Maria Padilha, inclusive, tem grande associação ao mundo das bruxas e mulheres feiticeiras. É figurada, em sua representação imagética, com um largo sorriso, que parece anunciar sua gargalhada característica.

Não apenas a risada, mas também as mãos na cintura figura outro gesto comum às incorporações de Maria Padilha. O Malandro carrega em seu corpo uma movimentação que transita entre a perda e recuperação de eixo, deslizando entre a figura do sambista e outras vezes, do capoeirista.

Os malandros cortejam as pombas giras pegando na sua mão e dando um leve beijo.

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